domingo, fevereiro 26, 2006

Falemos do Carnaval

...ou então posso mudar de ideias e não falar o assunto. Porque pura e simplesmente não gosto. E porque ele é os homens de bigode farfalhudo mascarados de mulher, (vá-se lá saber porquê) e com os seios maiores que a maioria da população feminina portuguesa. Não quero falar sobre isso, (escreva-se sobre fetiches em outra altura). Também podia, sei lá, referir alguma coisa sobre o facto do nosso querido Alberto João Jardim este ano não desfilar no cortejo para "não dar espectáculo", ou sobre as portuguesas seminuas que demonstram uma habilidade para sambar que me escapa... Não, hoje não digo nada sobre o carnaval. Já tudo se escreveu e tudo se disse. Vou ser muito original, não escrever nada sobre o assunto e manter-me firme nesta minha posição. Desculpem lá se não acho a ocasião interessante embora saiba que vocês a adoram e até se tencionam mascarar e mandar serpentinas e pregar partidas com ovos podres e balões de água e... É por isso que nem sequer toco neste tema, não vale a pena. E não é engraçado ir a festas em que o pessoal vai mascarado. Isso já todos o fazem todo o ano. Desconfio que quem o faz está a libertar a criança dentro de si. Em alguns casos prefiro que não o façam. É recordar as máscaras do Bush e do Bin Laden, (fale-se sobre brincadeiras de mau gosto noutra ocasião). Por estas razões não tenho a mais pequena vontade de referir a ocasião, é aborrecido é... apetece-me praguejar e disparatar com alguém porque essa gente não consegue referir duas frases seguidas sem falar no tema. Irra!
PS: Ora, cumpri o meu objectivo: não escrevi sobre aquilo que disse que não ia escrever!Este post ficou bem estranho. Estou pouco inspirada... Efeitos do Carnaval.

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Mais um desafio

Se eu Fosse...

Se eu fosse um mês, eu seria: Setembro... Se eu fosse um dia da semana: Sexta-feira... Se eu fosse uma hora do dia: 21 horas... Se eu fosse um planeta ou astro: Marte... Se eu fosse uma direcção: Nordeste... Se eu fosse um móvel: Cama... Se eu fosse um líquido: Leite... Se eu fosse um pecado: Preguiça... Se eu fosse uma pedra: Ónix... Se eu fosse uma árvore: Pinheiro Bravo... Se eu fosse uma fruta: Uva... Se eu fosse uma flor: Margarida... Se eu fosse um clima: Mediterrânico... Se eu fosse um instrumento musical: Contrabaixo... Se eu fosse um elemento: Fogo... Se eu fosse uma cor: Violeta... Se eu fosse um bicho: Borboleta... Se eu fosse um som: Riso... Se eu fosse uma música: “Adam's Song” Blink 182... Se eu fosse um estilo musical: Música electrónica... Se eu fosse um sentimento: Lealdade... Se eu fosse um livro: “Vai aonde te leva o coração” – Susanna Tamaro... Se eu fosse uma comida: Bolo de chocolate... Se eu fosse um lugar: Montanha... Se eu fosse um gosto: Doce... Se eu fosse um cheiro: Incenso... Se eu fosse uma palavra: Liberdade... Se eu fosse um verbo: Viver... Se eu fosse um objecto: Moldura... Se eu fosse uma parte do corpo: Rosto... Se eu fosse uma expressão facial: Surpresa... Se eu fosse um personagem de desenho animado: Sylvester... Se eu fosse um filme: Stand by me... Se eu fosse uma forma: Triangular... Se eu fosse um número: 2... Se eu fosse uma estação: Primavera... Se eu fosse uma frase: “A imaginação é mais importante que o conhecimento”...
E vocês o que seriam?Desafio proposto no Pegadas na areia.
Ah, e não imaginam o trabalho que me deu este desafio. Não bastasse responder a estas questões também não o conseguia publicar! E como queria. Agora fica assim! Definitivamente as novas tecnologias... Ai a burrice!

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Melodia V

Ouve o conselho de quem muito sabe; sobretudo, porém, ouve o conselho de quem muito te estima.

A. Graf

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Desafio?!

Bem, nunca me ocorreu participar nestas verdadeiras correntes de desafios que circulam pela blogosfera. Mas uns olhos verdes perguntaram-me se eu o queria fazer e... aqui está o resultado.


1. The age I'll be on my next birthday:Olhando para o mês de Janeiro


2.My favourite colour:A minha música favorita do Prince


3. My middle name:Criaram esta bebida em homenagem à senhorita Hayworth


4. The place I lost my virginity:No comment


5. A bad habit of mine:Uma todos os dias de manhã


6. My favourite fruit or vegetable: E sou alérgica!


7. My favourite animal: Tão lindos, queridos e felpudos!


8. The town I live in: Arredores de Lisboa


9. My last name: Não há Santo nesta santa terrinha que não tenha este nome


10. The one(s) I love: Demasiados para descrever e nem saberia por onde começar...

Desafio engraçado. Só o trabalho em encontrar imagens... E cheguei à conclusão que não sou nada interessante! Não vou desafiar ninguém mas se quiserem fazer...

terça-feira, fevereiro 21, 2006

Feios e... Criminosos?

"Sou muito feio para conseguir um emprego."
Dizia Daniel Gallagher, assaltante de banco em Miami, após a sua captura no ano de 2003.

Se calhar o senhor Gallagher tinha razão. De acordo com dois economistas há uma maior probabilidade de cometermos crimes se não formos atraentes. E dizem mais, as pessoas bonitas têm menor probabilidade de cometer crimes, incluindo roubo e tráfico de drogas, enquanto que as ditas "normais" quebram com maior frequência a lei!
Outros estudos indicam ainda que os homens e mulheres menos atraentes tem menos hipóteses de se empregarem, e recebem salários mais baixos que os que possuem alguma beleza. Tais circunstâncias poderão conduzir ao crime, sugerem os investigadores.
Conclusão: A lengalenga de que a inteligência compensa a falta de beleza é um mito. Ser feio não rende mesmo! Já sabemos porque foram colocadas as Lili Caneças neste mundo. Para fazermos peelings e liftings, todo o tipo de intervenções cirurgicas de modo a enganarmos a natureza e termos melhores hipóteses na vida. Que interessa se ficámos com a pele tão esticada que até dói só de fazer uma expressão ou movimento facial mais arriscado? Que interessa se adulteramos o cocktail de genes que os nossos pais nos legaram? É ir à faca e mais nada.

Poderão encontrar o artigo aqui. (Só um pequeno pormenor...O artigo está na língua inglesa. Como por aqui só passa gente inteligente eu sei que conseguem decifrar o "bicho")

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

Sobre filmes de terror

Não me lembro do último filme de terror que me meteu mesmo medo. E a maioria dos meus amigos também não. Não somos assim tão velhos. Em anos do Homem até somos bastante novos mas isso não significa que não tenham passado pelas nossas vistas um milhão de filmes com origens dos anos 70 e até ao momento presente. É claro que todos nos lembramos daquele filme que vimos meio às escondidas dos pais, em que o risco e a transgressão é maior fonte de orgulho do que o filme alguma coisa de jeito. No meu caso sei que foi o primeiro filme da saga Alien. Não vou começar a tecer considerações sobre a qualidade do filme mas posso dizer que o vi quando teria uns 7/8 anos e às duas da manhã (tirem daqui as conclusões que quiserem). E não, também não me lembro porque estava acordada a essa hora. Para alguns pode parecer absurdo mas para uma criança é uma espécie de rito de passagem. "Ena, vi um filme de terror sem os meus pais saberem!" E andamos a dizer ao resto da criançada o nosso feito, só omitindo as semanas de pesadelos que se seguiram a partir daí (ups). Os pesadelos, como tudo na vida, acabam por esmoreçer e morrer. Ainda os temos, mas já não são provocados por filmes, têm causas mais profundas que não compreendemos e, muito provavelmente nunca iremos compreender. Agora? Assistimos a imensos filmes, (não há ninguém a dizer-nos o que podemos ou não ver) só que o enredo, e é caso para perguntar: qual enredo?, é do mais simples e repetitivo que há. Que atire a primeira pedra quem não viu um filme em que uma familia se muda para um casarão no campo, para começar uma nova vida e que por acaso, (só por acaso) estava assombrada?... Pois, foi o que achei. Aquela primeira emoção que sentimos, aquele primeiro susto desapareceu. Já nada mete medo, é tudo igual, tudo esquecido. Que aconteceu ao pular da cadeira e agarrar o braço da pessoa ao nosso lado?

domingo, fevereiro 19, 2006

Fotografia brutal






Se quiserem contribuir com material semelhante enviem para o meu e-mail (no cimo da página).
Obrigada!

sábado, fevereiro 18, 2006

Melodia IV

A vida é prazer ou nada. Gozemos hoje, ninguém conhece o amanhã.
Palas de Alexandria

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Vive um pouco

Vive um bocado, mas só um bocado. Se viveres em demasia coisas terríveis podem suceder. Agora não me ocorre nenhuma (embora deva ter razão). Sim porque: estar de férias e, em vez de se aproveitar para pôr os estudos em dia se esquecer o trabalho é o completo sacrilégio. É escandaloso descansar nas férias! Ir para a borga, todos os dias!! Viver à base de cafeína para aguentar as noites!!! Temos de ter um pouco de vergonha na cara, só um pouco. Afinal, haviam trabalhos importantissímos para entregar e nem por isso fizemos directas. Só que havia sempre aquele dia em que o não sei quantos telefonava a perguntar se não queriamos ir beber um cafezinho, sabem, só para relaxar um bocadinho e cediamos à tentação. No dia seguinte, era andar aos caídos, podres de cansaço e com umas olheiras brutais. É claro que não nos podiamos queixar porque "quem corre por gosto não cansa". Além de que tomámos a decisão consciente de ir para a borga sabendo que no dia seguinte teriamos um qualquer compromisso profissional importante. E agora de férias? Talvez os remorsos falem mais alto. Talvez fiquemos todos em casa fechados, como bons meninos obedientes esperando pacientemente pelo começo do trabalho. A diversão? Essa vai ter de esperar. Só faltam uns meses até às férias grandes de Verão. Aí podemos divertir-nos como não fizemos durante o resto do ano. Vocês sabem, aquela coisa de sair e tal... Ou então não. Podemos viver agora, fazer aquilo que nos apetece e porque nos apetece. Com um pouco agilidade conseguimos cobrir a agenda e descobrir uns buracos onde encaixar um momento de diversão. Porque, não sei, talvez mereçamos um pouco mais do que uma vida atolada em trabalho e carregada de "e se." "E se eu tivesse ido àquele sitio? Era capaz de ter sido giro. Oh, fica para a próxima." E que tal, viver agora? Só um pouco?

terça-feira, fevereiro 14, 2006

Há que ter azar


Pois...Realmente seria pontaria a mais.

Àqueles que importam e a ninguém em particular

Hoje senti esta necessidade. Tinha de dizer aquilo que sentia. Tentei escrever-te um poema mas não consegui. Receava que não entendesses e que não houvesse metáfora suficientemente bela para descrever o que pretendia. Desisti. Tentei escrever-te uma carta mas um pedaço de papel é tão impessoal… Além disso a mente é tão rápida e a caneta tão lenta. As palavras seriam comidas, é como se me engasgasse e as palavras não saíssem. Elas ficariam cá dentro e de que me serviria isso? (…) O que importa é o que temos de dizer agora, o que não pode nem deve esperar. Porque devemos ser aquilo que somos sempre. Tu és assim. E é isso que admiro em ti. (...) Queria dizer mais e tanto! E as palavras fogem-me. Tento agarrá-las mas elas não são de ninguém... Flúem por ai. Pode ser que elas te cheguem, pode ser que não. Quem me dera não ficar assim, sem saber o que dizer e como dizê-lo. É isto que me fazes.
Após esta leitura fiquei inspirada. Que se há-de fazer? Todos temos dias assim.

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Melodia III

Olho por olho e o mundo acabará cego.

Ghandi

domingo, fevereiro 12, 2006

Porquê?

Na mente dele é um dia normal. Na mente dela não. Na opinião dele não há nada a discutir: ela sabe. Na opinião dela ele sabe o que ela quer. Depois chega o dia e com ele a desilusão. Ela queria uma prenda e ele não lha deu. Ele pensava que tinham acordado implicitamente que aquele era um dia igual a todos os outros.
Ela:(...) Mas quem é que ele pensa que é? É o nosso dia! É CLARO que ele tinha de me dar uma prenda ou isso, ou fazermos algo especial. Eu mandei todos os sinais. Era tão obvio... Ele só podia saber. Óhhh! E se ele não gosta mais de mim? É isso não é? Agora percebo tudo! Sou tão parva. Como pude não ver? Ele dizia que estava ocupado e que queria ter mais noites com os amigos e eu sem nada perceber. Ele estava-me a querer dizer que já não gostava de mim e eu não o quis entender. Buuuáaaaaaa!!!!!
Ele: (...) Mas o que é que se passa com ela? Agora está amuada e não me diz o que é que a chateou. É suposto ser adivinho? Eu não lhe fiz nada. Tivemos um dia igual aos outros! Eu não entendo as mulheres!

Porque não falamos? Porque não dizemos aos outros o que queremos e o que não queremos? Porque é que temos, (pelos vistos), uma enorme dificuldade em comunicar? E com aqueles que supostamente serão os mais importantes na nossa vida?

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

Melodia II

Uma metade do mundo não consegue entender os prazeres da outra metade.

Jane Austen

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Brokeback What?

Quando um filme como o nomeadíssimo para os óscares Brokeback Mountain quebra tantas barreiras pelo facto de ser sobre dois cowboys gay será de esperar que surjam paródias!
O que não seria de esperar é que mutilassem dois filmes igualmente famosos: Top Gun e Regresso ao futuro que foram selvaticamente mutilados para formar nova história de amor homossexual. Está bem que não me dedico ao culto do Tom Cruise e que já achei mais piada ao puto que viajava no futuro mas, mudar algo que já deu um milhão de vezes na televisão é arrepiante.

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

Meia Hora

Eu bem queria mas não consigo. Eu bem tento mas não dá. As novas tecnologias não são para mim. Uma pessoa tem um dia mais ou menos ocupado, passa o dia mais ou menos preocupada e depois pensa: ora vamos um pouco para o computador. Talvez se converse um pouco, organize apontamentos e, quem sabe, talvez até jogue qualquer coisinha o que é um evento raro para estes lados. Mas não. Tudo corria bem até ter a brilhante ideia de vir "modificar" o blog! Passei a meia hora mais "maravilhosa" da minha vida, só ultrapassada pelas idas ao dentista, a tentar descobrir porque raio me aparecia um acento circunflexo onde não devia! O que uma pessoa sofre por causa de um pequeno pormenor irritante mas não tão insignificante quanto isso. É que se torna mais forte que nós. É a nossa vontade contra a do "bicho" e queremos vencer! Não, nós vamos vencer! O acento sai dali, ponto final! Nem que para isso tenhamos que desmantelar tudo o que fizemos até hoje! E quando estamos prestes a desistir: "Que se lixe! Quem não gostar não olhe", encontramos a solução. Ela esteve SEMPRE ali, à frente dos nossos olhos cegos. Afinal a culpa não é da máquina, nem há um ghost in the machine, a culpa é nossa e só nossa! O alívio da solução do problema é ultrapassado pelo nosso ódio a nós mesmos por sermos tão lerdos. O que um problema tão pequeno provoca. Se calhar deviamos imigrar para um lugar ermo. Um sitio onde as tecnologias não provoquem estas complicações. Ou mesmo um sitio sem tecnologias... Bem, sem nenhuma talvez seja exagero. Depois de se conhecer o novo e o moderno não se quer voltar ao início, ao velho e desactualizado... E já comecei a divagar. Tenho de deixar a imaginação correr livremente com menos frequência e regressar ao meu intuito original (organizar apontamentos). Assim, se passou meia hora. Livra!

terça-feira, fevereiro 07, 2006

Águas

A fotografia é apaixonante. Reflecte a sensibilidade de quem está por detrás da câmara e os sentimentos que é suposto o modelo transmitir. Se o fotógrafo for realmente bom não vemos a pose, vemos o que deveria estar lá e acreditamos na imagem mesmo que seja irrealista.
Acredito na fotografia de Zena Holloway. Descobri-a há muito pouco tempo e achei-a absolutamente fantástica. Espero que esta fotografia consiga transparecer tudo o que pretendo dizer.

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

UUüHHHGGG-rrrr!

Não, não me enganei a carregar no teclado nem me deu um "ataque". Embora, às vezes me saiam daquelas bacoradas que não lembram a ninguém...O que por agora também não interessa.
O Chewbacca, e sim, é quem estão a pensar, é que já tem um blog e é constituído por maravilhas como: Aaaa aaaaarrrrr rrrrrrrr rrnnnn nn nnhhhh, aaaa aaaaa aaaa aaa uh aaa uh-aaaaaa aaaaRRRRRR HHH. E ainda, UUüHHHGGG-rrrr!UüüHHHGGG-rrrrRRR! RRRRRR! RRRRRR!GGLL LLRRRR-rrrRRR!GGLL LLRRRR-rrrRRR!RRRRR aar GGllrrrrnnn uhnnnn!UUUHHHGGG-rrrrRRR!HHHüürrRRRRRRRRn hhhh! HHHurrRRRRR RRRn hhhh. UUUHHH GGG-rrrr!

Esta obra-prima tem comentários que se arriscam a chegar às centenas. Será que estas pessoas percebem algo que eu não consigo? A última vez que olhei aquilo eram só letras…E não querem dizer nada de nada.
Nice blog though!

Sitting, Waiting, Wishing

Its thoughts like this that catch my troubled
Head when you're away when I am missing you to death
When you are out there on the road for
Several weeks of shows and when you scan
The radio, I hope this song will guide you home

Melodia I

As árvores são poemas que a terra escreve no céu.


Khalil Gibran

sábado, fevereiro 04, 2006

Dois dias!!!

Só tenho o blog há dois dias e já descobri que é a maior humilhação possível! Além de abrir o meu coração e meus pensamentos (ou não), ao mundo também aprendi que para sobreviver neste ramo tenho de miar!
Exactamente! Eu miei! E porquê? Porque não posso pôr asteriscos que é a minha "imagem de marca".
Assim, numa certa situação, em vez de deixar os meus habituais cinco beijinhos (*****) tive de miar! Ao que uma rapariga se sujeita!

As coisas boas da Vida

Apaixonar-se.
Rir tanto até que as faces doam.
Um chuveiro quente.
Um supermercado sem filas.
Um olhar especial.
Conduzir numa estrada linda.
Ouvir a nossa música preferida no rádio.
Ficar na cama a ouvir a chuva cair lá fora.
Batido de chocolate (ou baunilha) (ou morango).
Uma chamada de longa distância.
Um banho de espuma.
Rir baixinho.
Uma boa conversa.
A praia.
Encontrar uma nota de 20 euros no casaco pendurado desde o último Inverno.
Rir-se de si mesmo.
Chamadas à meia-noite que duram horas.
Correr entre os jactos de água de um aspersor.
Rir por nenhuma razão especial.
Alguém que te diz que és o máximo.
Rir de uma anedota que vem à memória.
Amigos.
Ouvir acidentalmente alguém dizer bem de nós.
Acordar e verificar que ainda há algumas horas para continuar a dormir.
O primeiro beijo (ou mesmo o primeiro com novo parceiro).
Fazer novos amigos ou passar o tempo com os velhos.
Chocolate quente.
Fazer-se à estrada com amigos.
Embrulhar presentes sob a árvore de Natal comendo chocolates e bebendo a bebida favorita.
Ir a um bom concerto.
Trocar um olhar com um belo desconhecido.
Ganhar um jogo renhido.
Fazer bolachas de chocolate.
Passar tempo com amigos íntimos.
Ver o sorriso e ouvir as gargalhadas dos amigos.
Andar de mão dada comquem gostamos.
Encontrar por acaso um velho amigo e ver que algumas coisas (boas ou más) nunca mudam.
Observar o contentamento de alguém que está a abrir um presente que lhe ofereceste.
Ver o nascer do sol.
Levantar-se da cama todas as manhãs e agradecer outro belo dia.
Não grande fã de reenvios de e-mails. Admito que se não tiver nada que fazer me possa dedicar à sua leitura. Mas só a alguns! E no meio desses alguns encontrei este, uma surpresa deveras agradável. Não me recordo de quem o recebi e não faço a mínima ideia quem é o autor. Gostei e reenviei. Mas não como o recebi. É que me despertou a curiosidade. Quis mais. Quis saber mais. Quis saber o que é que acresentariam a esta lista de "As coisas boas da vida". Destaco duas respostas que não me ocorreram mas que, a meu ver, fazem todo o sentido:
O sorriso de um filho.
O cantar dos pássaros pela manhã.
Obrigada.

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

Um novo dia

Hoje é um novo dia. É o dia depois de ontem e, se tudo correr bem, anterior ao de amanhã. É o começo de uma aventura ou o inicío de uma nova fase, ainda não sei bem.
Expectativas? Não sei. É suposto ter alguma? A tê-las, a única que me ocorre, de momento é o de escrever hoje e... Amanhã talvez continue. Porque as novas aventuras são assim: não sabemos bem porquê ou como começámos, se nos vamos manter nesse caminho, enfim, se vamos chegar ao fim ou não. Vou pôr por aqui aquilo que vejo, a partir deste momento. As experiências empíricas, pensamentos mais ou menos profundos, aquilo que admiro e que abomino, o que amo e me faz sonhar, o que mal me faz conter lágrimas, tanto. Mas tenho de confessar que ainda não pensei bem sobre o assunto. Talvez, à medida que continue se torne mais fácil, ou assuma uma "política" de postagem muito específica.
Por agora, mando um beijo muito especial àqueles que, como eu, se sentiram perdidos no inicío mas encontraram razões para continuar e são hoje a minha fonte de inspiração.
Porque hoje voltei a ver.