segunda-feira, janeiro 19, 2009

É que é já a seguir!

Atrizes para Filmes Hot:

Anuncio:Procuramos aspirantes a atrizes para Filmes Porno com ou sem experiencia.

- Candidatas entre os 18 e os 45 anos
- Não temos preferencias...De todo o genero

Muito boa remuneração, dependente das cenas pode chegar aos 15.000,00€

Filme a realizar na praia, na zona de sintra.



PS: É a considerar não é :D

sexta-feira, janeiro 16, 2009

O Português é lixado

Estava a ler as notícias do sapo (ora passem lá o chequezinho), quando deparei com esta notícia. Um acontecimento brutal que levou a uma condenação, na minha opinião merecidissima. Agora o que me espantou foi esta pérola do juiz: "Um homicídio ceifando a vida de uma pessoa é um crime muito grave". Ora se calhar até sou ignorante, não ponho totalmente de parte essa ideia, mas existem homicídios em que não se ceifem a vida das outras pessoas? Ou podem suceder casos de homicídio em que não se mate ninguém? Aqui fica a reflexão.

terça-feira, janeiro 13, 2009

Ainda sobre o Natal: as dobragens

Ainda no rescaldo das grandes festas não podia deixar de partilhar aqui o meu ódio pelas dobragens que se fazem por cá. Este natal foi-me impossível assistir televisão. Sempre as mesmas odiosas vozes nos diferentes canais. Não sou antipatriota, não vou andar para aqui a dizer que o inglês é que é bom e que o português não presta, mas se ao menos tivessemos dobragens decentes... É que não faz sentido, sempre os mesmos actores e alguns só fazem estas dobragens por causa do nome! Tenham lá paciência e admitam que é verdade. Que talento não possuem nenhum. E como se isso não bastasse temos mulheres a fazer voz de homem e vice-versa. Acho que não estamos assim tão mal de população que os mesmo actores tenham de repetir personagens e de fazer vozes de personagens de outro sexo! Mais, eu compreendo que se façam dobragens em desenhos animados só que não em TODOS. Digam lá que sentido faz dobrar uns desenhos animados que são transmitidos a uma hora em que a juventude deve estar toda na caminha? Ah e o filme do Harry Potter que deu na RTP? Meteu nojo mesmo. Faz sentido o Albus Dumbledore, o director da escola do Potter e por sinal é velhissimo (creio que nasceu em 1800 e troca o passo), ter uma voz de homem novo tristemente distorcida para parecer nem sei bem o quê? O filme mais parecia uma sessão de tortura em que os próprios actores (os portugueses) pareciam estar a sofrer tanto como nós. É que nem eles gostam das suas próprias vozes. Faço o meu pedido para 2009: que este ano não façam dobragens dos filmes, pelo menos com os mesmos actores de sempre. Não peço nenhum Mel Blanc, peço sim um minimo de qualidade.

Se não, será que ainda vou a tempo de me juntar a esta campanha?

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Mitos Urbanos X


Stepped on 2008 por Andrew Gallacher

Nos últimos dias tinha estado muito mau tempo. Havia nevado apenas há umas horas. E ainda havia gelo na estrada. Os densos arbustos à beira da estrada eram enganadores. Escondiam uma queda para o vazio.
Ainda mal tinham começado a circular e já se formara uma neblina que reduzia de modo substancial a visibilidade. Que podia ele fazer. Era o décimo aniversário do seu casamento e queria fazer uma surpresa especia là mulher. Levou-a ao pequeno restaurante tão escondidinho à beira de uma estrada complementar, onde tinham celebrado o seu primeiro ano de casamento. Era longe, mas comeram lá tão bem...
A sua mulher estava meio adormecida. Instantes antes tinha insistido para ficarem numa pequena pensão à beira da estrada. As condições da estrada estavam muito perigosas. E ele sempre tinha bebido um pouco mais de vinho do que devia. Mas, lá acabou por concordar com o marido o que o melhor seria regressarem a casa. Pouco passava da meia noite e teriam de se levantar cedo no dia seguinte para irem trabalhar.
Ele lá seguia devagar especialmente atento. De repente alguém se escostou ao vidro do lado da sua mulher. Ela acordou com o susto e gritou. O marido fez o que nunca se faz em condições tão adversas: travou a fundo. Por momentos o carro deslizou e fez um peão na estrada gelada. O carro foi embater num pedregulho à beira da estrada. No máximo, uma amolgadela.
Ele virou-se para a mulher. Ela limitou-se a apontar. No vidro uma mão cheia de sangue. De súbito alguém começou a bater em todos os vidros que encontrava. Ela encolheu-se: "Não saias. Por favor não saias!" "Calma, devem ter tido um acidente e precisar de ajuda. Espera aqui! Fecha as portas!", replicou o marido em todo o seu sangue frio.
Era de facto uma mulher acidentada. Ela tinha uma ferida na cabeça tão grande que escorria sangue dos dois lados da cabeça. Mas o que provocava impressão era mesmo os seus grandes olhos esbugalhados que não pestanejavam. Ela pediu-lhe num sussurro para ele a seguir.
Como é que ela se conseguia orientar às cegas é que ele não conseguia perceber. A meros centimetros dele e ele mal a via, quanto mais encontrar o seu carro. "Ali! Tem de me ajudar. O meu bébé ainda está no carro. Ele está a chorar tanto. Ajude-me". E apontou para uns arbustos, onde, se tivesse atenção suficiente, o homem conseguia perceber que algo grande passara por ali a grande velocidade.
Ele pediu-lhe para ir para junto do carro dele enquanto ele ia procurar a criança. A custo agarrou-se a todos os arbustos que encontrou para não escorregar e cair pela ravina abaixo. Foi descendo até que o seu pé bateu em algo de metal. Era o carro. Tinha batido frontalmente contra uma grande árvore. Era ela que o sustinha de cair. Avançou com cuidado. No banco detrás uma criança chorava. À frente dois corpos. Um homem e uma mulher. Sem dúvida mortos. Tinham absorvido todo o impacto. Devagar retirou o bébé da cadeirinha e com extra cuidado fez o caminho inverso.
Ao chegar ao carro apercebeu-se de que a mulher estava sozinha. "Estive aqui sempre sozinha". Ele entregou o bébé à mulher para que o aquecesse e acalmasse e regressou. No escuro era natural que a mulher do acidente se tivesse desorientado ou talvez regressado ao local do acidente. Desta vez, ouvia apenas o silêncio do mato. Decidiu regressar ao carro.
Voltou às apalpadelas ao longo da estrada até encontrar os arbustos deformados. Desceu até aos destroços do que era antes um carro. Silêncio mortal. Então teve um estranho pressentimento. Abeirou-se do carro. E arranjou coragem para o que ia fazer a seguir. Puxou a mulher morta com a cabeça sangrenta enterrada no volante encostando-a ao banco. Aqueles olhos. Ela nunca tinha deixado o carro...

segunda-feira, janeiro 05, 2009

Os mais mal vestidos de 2008

Em mais uma 'rara' oportunidade de mostrar a falta de gosto em que este blog tem vindo a cair, apresento a minha lista dos mais mal vestidos de 2008:

1)


Katie Holmes por ela própria

Querida quem te disse que eras boa estilista enganou-te está bem? Também não sei quem te disse que eras boa actriz, mas isso já é outro filme.

2)

Mary-Kate Olsen por Missoni

E se um dia acordasses e tivesses vontade de vestir um cortinado? O resultado é a Mary-Kate. Funciona como um bom antídoto para tirares essas ideias parvas da cabeça!
3)


Madonna por Luis Vuitton

Madonna, Madonna, por onde começar? Fiquei na dúvida se seria mesmo Luis Vuitton ou se ela agora virou ambientalista e resolveu vestir o jardim lá de casa.
4)

Anna Wintour por Chanel
Até me doem os dedos enquanto escrevo isto. Embora existissem muitas estrelas muito mais conhecidas e sem dúvida candidatas ao disputadissimo 4º lugar desta lista, que dizer quando a editora da Vogue se veste assim? Shame on you Anna!

5)



Christina Aguilera por Ives Saint Laurent

Se a menina não consegue ver o que está mal então precisa de ir ao oftalmologista tipo: agora!

6)


Gwyneth Paltrow por Antonio Berardi
Ó amor, por alguma razão a lingerie é usada por debaixo da roupa.
7)

Ashley Judd por ?
Não consegui descobrir quem é que vestiu a senhora Judd. Talvez seja melhor assim.ME-DO!
8)


Bai Ling por Lewis Carrol?
Eu não preciso dizer grande coisa acerca desta senhora. É mais um daqueles casos em que vale tudo para ser notada. Se fizerem uma pesquisa no google não será difícil encontrar as criações mais estranhas que a Bai já vestiu. Não se admirem se encontrarem com alguma frequência as palavras tart e skank.

9)


Tida Swinton por Lanvin

É preciso ter coragem para aparecer no TAPETE VERMELHO dos ÓSCARES assim!

10)

Christian Siriano por Christian Siriano
Um caso único. É o único homem nesta lista e ao contrário de algumas senhoras que se acham brilhantes estilistas, ele tem talento a sério. Só precisa é de não exagerar. És talentoso, nós sabemos. Mas um bocadinho menos está bem?

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Esclareçam-me

Durante quanto tempo vão os 100 anos do Manoel de Oliveira ser notícia?

sábado, dezembro 13, 2008

Ahhh a Água!

Meus senhores eu sou a água
que lava a cara, que lava os olhos
que lava a rata e os entrefolhos
que lava a nabiça e os agriões
que lava a piça e os colhões
que lava as damas e o que está vago
pois lava as mamas e por onde cago.

Meus senhores aqui está a água
que rega a salsa e o rabanete
que lava a língua a quem faz minete
que lava o chibo mesmo da rasca
tira o cheiro a bacalhau da lasca
que bebe o homem que bebe o cão
que lava a cona e o berbigão

Meus senhores aqui está a água
que lava os olhos e os grelinhos
que lava a cona e os paninhos
que lava o sangue das grandes lutas
que lava sérias e lava putas
apaga o lume e o borralho
e que lava as guelras ao caralho

Meus senhores aqui está a água
que rega as rosas e os manjericos
que lava o bidé, lava penicos
tira mau cheiro das algibeiras
dá de beber às fressureiras
lava a tromba a qualquer fantoche e
lava a boca depois de um broche.

BOCAGE

PS: Recebi isto por e-mail. É ordinário, mas não resisti depois de rebolar a rir na minha cadeira.

segunda-feira, dezembro 01, 2008

Ainda sobre o post abaixo

A ser verdade, acho que o que falta a esta senhora é aquela coisa chamada empatia. Falta-lhe a capacidade de entrar na pele dos outros. Imaginem que esta senhora vivia feliz e despreocupada e tinha uma filhota que muito estimava. Ainda no campo das hipóteses, suponhamos que a menina ficava repentinamente muito doente. Que faz uma mãe nesta situação? Fica com o coração nas mãos. Revolve meio mundo à procura de uma solução para salvar a sua menina. Que faz? Vai ao médico onde lhe dizem que o caso é grave, mas que existe um tratamento que poderá significar a salvação da menina. Ora o dito é carissimo e esta mãe não tem possibilidades financeiras para o pagar. Como todas as mães vai fazer tudo o que for possível para salvar a sua filha incluindo recorrer à ajuda de outrém. Engole o orgulho e recorre à caridade alheia. Agora imaginem que neste processo desesperado consegue reunir fundos para pagar uma cura. Imaginem que esta mãe deposita toda a sua confiança nos outros e em que estes terão compaixão perante a sua situação. Imaginem, por fim, que afinal não consegue reunir o dinheiro que era necessário para trazer a saúde de volta à sua filha porque alguém não foi capaz de encontrar dentro de si, algo tão único e precioso, que é o poder de dar a vida a quem a está a perder. Alguém que roubou o dinheiro de uma vida. Porque é que esse alguém teria logo de ser humano, no sentido mais podre da palavra, nessa situação? Pois. É pena que esta senhora não consiga conceber que o mesmo lhe pudesse acontecer.

sexta-feira, novembro 21, 2008

Só não me rio porque dá vontade de chorar

Conseguimos chegar a um novo nível: em trapaceireice, em total desinteresse pela vida humana e em maldade.

Uma funcionária do banco Montepio está acusada de ter desviado dinheiro de uma conta de solidariedade aberta em favor de uma criança com um tumor cerebral. A família da menina acabou por receber apenas 20 mil euros dos 50 mil que tinham sido angariados, o que não chegou para os tratamentos da criança.

A senhora deve-se sentir muito feliz por ter conseguido fazer uma destas. Os filhotes, se os tiver devem estar muito orgulhosos da mãe que têm.

segunda-feira, novembro 17, 2008

Post a Secret*

Às vezes sinto que a pessoa que escreve estas linhas tem uma personalidade diferente.

Ver mais segredos.

quinta-feira, outubro 23, 2008

Beleza


Fallen Angel por Chris Down

Força!

Por isso, tem de ser agora. Procura a tua sorte, ganha o teu dinheiro, faz a tua felicidade. E não te esqueças, que estejas perto ou estejas longe, tens amigos com quem podes contar. Sempre! Tudo de bom para ti. Vemo-nos quando te formos aí visitar. Beijinhossssssss

quarta-feira, outubro 15, 2008

Quase parece má fé

O tipo de cartas que a segurança social envia para casa. Aqui há uns tempos eu e a minha mãe recebemos cartas da segurança social a pedir algo que... nós não conseguimos perceber.
As ditas cartas começavam com uma linguagem jurídica fantástica: de acordo com o decreto-lei tal e tal, e depois alínea não sei quantas do artigo qualquer coisa era esperado que nós fizessemos alguma coisa!
E meus amigos, isto de ter curso superior não significa nada. E eu cheguei a ter uma cadeira de direito. Claro que conseguia perceber onde é que o assunto se enquadrava a nível do direito mas a linguagem que se seguia ainda conseguia ser mais complicada. Era um conjunto de redundâncias, repetições e um misto de palavras caras que eu fiquei a ver navios quanto ao teor das cartas.
Mas quando li valores "Alto e pára o baile!", que isto é sério e temos mesmo de ir à segurança social perceber o que é isto e tratar do assunto, senão começam-nos a inundar de cartas a dizer para pagar alguma multa por não ter feito não sei o quê em primeira instância. E que ah e tal não tinhamos desculpa porque recebemos uma primeira carta a dizer para tratar da nossa situação.
Bem, fomos lá, com "250 senhas à nossa frente, apenas para o balcão de atendimento geral = informações. Irra!" tratámos da nossa vidinha e vá lá nem era nada de especial. Só que se até eu não percebi metade do que dizia a carta o que não será de pessoas analfabetas ou cujo percurso escolar não está minimamente virado para as humanidades para que possam entender aquela estranha linguagem.
Se a ideia é diminuir burocracias, simplificar e até diminuir as filas (dava muito jeito), não é com cartas que mais parecem escritas por um advogado ou um político qualquer com a mania que o vão conseguir. É apenas mais uma forma de criar mais problemas às pessoas. Digo eu que um serviço social deveria ter em consideração as pessoas. É que não estamos a falar de linguagem simples. E o texto pode esconder algum assunto muito sério. Acho que se poupava muito tempo se as cartinhas viessem escritas em português corrente, que a maioria do português sabe interpretar. E quem sabe poupavam-se umas idas à segurança social e para a próxima não existam umas 250 pessoas à nossa frente para obter informações!

quarta-feira, outubro 08, 2008

Sabes que o dia foi muito mau quando...


Trocavas o teu dia por quatro! horas de aulas de genética e duas! de estatística seguidas.

terça-feira, setembro 30, 2008

Espero nunca vir a dizer isto...

Amo-te mas não gosto de ti.

quinta-feira, setembro 25, 2008

WORK IT!

A dada altura das nossas vidas passamos pela experiência excruciante de ir a entrevistas à procura de trabalho. Digo excruciante porque vamos até ao fim do mundo, por ruelas que desconhecemos, "bater pé", de fatinho e sapatinho de salto que fica lindissímo mas dói comó caraaáças. Ao entrarmos dentro de casa, só nos sai uma tirada do género: "sai-me da freeeeente!!!" E lá vão os sapatos pelo ar, só porque vamos disparadas para a casa-de-banho para meter os pézinhos de princesa de molho.
Mas já me estou a afastar do assunto... Anda-se por ai à procura do local da entrevista para por... um quarto de hora, meia hora ou, como muito azar, uma hora, ser-se observado tipo rato de laboratório. Apresentável? Check? Bem falante? Check? Tem cérebro? Check. Tem potencial? Sim? Não? Fica? Não fica? Aiiii.
Para mim é enervante. Não porque fico toda stressada e nervosa sem saber o que dizer, mas porque sei muito bem aquilo que está no cv, sei bem aquilo que tenho para oferecer e pareço uma macaquinha de repetição. É como se tivesse a lição bem estudada, quer dizer, porque é que eu quero ir para aquela empresa, desempenhar aquela função, se acho que me enquadro no perfil pretendido, (muita lengalenga a esse respeito) e as habituais perguntas pessoais. Tenciona casar / sair de casa / ter filhos a curto prazo? É que já nem soa natural. Sei o que vão perguntar e ligo o piloto automático. Claro que faço as perguntas da praxe e sou o mais possível agradável e desenvolta como convém. Ao fim e ao cabo, acabo de sair e dizem logo: não fui com a cara dela, é demasiado gira para o cargo, é espertinha demais, é muito "verde", etc, etc. E não se consegue o lugar. Limita-se a isto. E se era "pela cara" já me deixavam poupar o latim não?

sexta-feira, setembro 19, 2008

So what?



No meu habitual roteiro de leitura de blogues, tenho-me vindo a deparar com alguma frequência com a questão da emancipação da mulher (não é só sexual, que infelizmente não foram poucas as coisas, nas quais tivemos de não emancipar).
Eu não sou feminista, embora também não tenha aquela ideia envelhecida, mesmo fora de época de que o homem é que sustenta, o homem é que inicia a relação com a mulher, o homem é que tudo...
Contudo, reparei que a mulher é agora alvo de muitas críticas por que decide viver como bem lhe apetece. So what? Não é como se ela não tivesse conquistado o seu direito ao egoísmo. Ok, não é bonito, mas é a sua vontade. E se não quiser ter filhos ou tê-los mais tarde? E se quiser dedicar-se inteiramente ao trabalho? E se for ela a iniciar uma relação (amizade, sexo, seja lá o que for) com o homem? E se quiser ser uma bruxa? Qual é o mal?
É uma questão de escolha e se a escolha da mulher for uma destas coisas quem somos nós para vir criticar? O homem há tempo demais que faz o que quer e lhe apetece e ninguém diz nada, é normal. Faz demasiada impressão às vossas mentes fechadinhas, a mulher tenha o poder de fazer o que quiser (leia-se o mesmo que o homem / bicho macho)?

segunda-feira, setembro 08, 2008

Sobre os rapazes e o hi5

Porque é que mandam mensagens do tipo foleiro como: "oi nina, és muito gira" seguida da não menos célebre frase: "gostaria de te conhecer profundamente" ou então: "queria conhecer-te para amizade ou algo mais" e, por fim, um smiley com uma piscadela de olho ou algo do género, no caso de sermos burras e não percebermos logo a dica.
Também gosto muito daquelas fotos com a pose à gangsta ou gangstarr, seja lá o que for que eles escrevem, e a fazer aquela coisa com os dedos tipo east/west side, embora aqui seja mais a margem sul que rula!
Mas aqueles que eu adoro mesmo são os da fotografia: "olha para mim tão distraído que eu estou, aqui na casa-de-banho a tirar fotos com o meu telemóvel 3G".
Outro espécimen que me atrai é o que tem medo de estar sozinho. Aparece em todas as fotografias com os amigos a fazer uma macacada qualquer e depois tem legendas como: "eu com o meu bro" e coisas assim. A quantidade de gente nessas galerias torna difícil compreender de quem é que será o perfil.
Então e aqueles que são muito sexy e assumem-no? Estão batidos em todos os eventos, quer seja uma festa da espuma ou o baile da santa terrinha e têm invariavelmente a mesma indumentária e olhar à matador.
E aqueles que não desistem ou que têm memória curta. São aqueles que nos tentam vencer pelo cansaço, pois coitados devem estar à espera que aceitemos o seu quinto pedido de amizade!
E os desesperados? Esses, apesar da tenra idade, já têm muito calo e só querem encontrar o amor da sua vida. Nisto, prosseguem com uma extensa caracterização da sua pessoa, na qual encontram-se sempre incluidos os adjectivos: querido, sensível e romântico. E que procuram uma rapariga que os ame por aquilo que são e que seja verdadeira, que eles já foram muito magoados e não querem sofrer mais.
Por fim, temos os que que se fingem desesperados. Ah e tal, só querem encontrar a rapariga da vida deles, mas tem de ser alta, magra, loura e com um grande par de mamas. É claro que se possuir uma boa conta bancária eles não se importam. Estes até são girissimos só que fingem que não têm noção e têm sempre dezenas de comentários nas suas fotografias com raparigas a querer conhecê-los. E caso tenham dúvidas das suas qualidades caninas, eles querem "conhecer mulheres".

sexta-feira, agosto 01, 2008

Estou muito, muito indignada

Tenho de ir em trabalho para um certo ponto do país, que por sinal é bem longe da minha casinha e claro, uma pessoa quer informar-se. Aquelas coisas básicas: horários, preços, locais de partida. E acreditam que em três transportes, não há um único que me atenda o telefone? Ele é telemóveis, 808, 707 e números fixos no local e não há um único sítio onde me atendam a porcaria do telefone para me poder informar? É que corro o risco de ir para lá e acabar numa pensão rasca ou dormir ao relento, que eu nem sequer conheço o local para onde vou trabalhar.
PS: Ninguém me quer dar boleia?
PS2: Se eu não regressar já sabem o porquê.

segunda-feira, julho 21, 2008

Fui agredida por um placar publicitário

Levantei-me cedinho, lavei os dentes, passei-me por água, passando da higiene em diante, muitos etc. Estava na rua à hora certo. Apanhei o transporte exactamente è hora que devia. E como sempre consegui um lugarzinho. Mais três zombies se sentaram ao meu lado e viemos todos, (cada um a dormir para seu lado), felizes por ir trabalhar. Tudo normal, até chegar à bela da Qtª das Conchas. Com o andamento do metropolitano houve ali uma oscilaçãozinha e... O filme começou a correr mal. Digamos que um placar publicitário soltou-se, foi projectado contra a cabeça aqui da je e estão a ver aquele papel de cartão que é utilizado na publicidade? Imaginam um corte na pele com papel daquel normal A4? Bem, posso garantir que papel de cartão projectado imparável, no ar, contra a face (mais propriamente a minha face esquerda) corta e bem. Tipo faca que corta bife como se fosse manteiga. Esse filme sempre é mais agradável do que o centésimo de segundo em que senti o cartão a fazer um corte na minha bochechinha até então imaculada. Não, não me desviei, que ia a dormir. Mas e daí também iam a dormir todas as pessoas que me rodeavam. Passou-se num segundo. Acho que fiquei a saber o que é a dor de corno e descobri que o corte com papel A4 é muito menos desagradável do que aquele. Não me fez um corte daqueles que até saem tripas e tudo. Só umas gotículas de sangue. Mas doeu que se farta e passei o dia com aquilo a arder. É um corte do estilo fininho, de 2 cm de comprimento. Claro que pedi um livro de reclamações que isto tanto podia ser a bochecha marailhosa como um olho e a cabeça também ficou bem dorida! Quando finalmente me pus a milhas fui à farmácia, bem mais desperta (obviamente!) e após de desinfectar a ferida e de me sentir um pouco mais feliz com toda a situação, dei uma queda à saída da dita! E foi este o meu dia.

terça-feira, julho 15, 2008

Assunto de Extrema importância

Venho por este meio demonstrar o meu descontentamento com uma situação que se tem vindo a arrastar há muito tempo. Há pessoas neste prédio a dar comida aos pombos. Não tendo nada contra as aves, tenho contra as pessoas que as alimentam à porta do nosso prédio. Além de uma pessoa se sujeitar a levar com o pão ou arroz na cabeça tem de lidar com outras consequências a longo prazo. Os pombos porque aqui são alimentados decidiram que o nosso prédio era um bom local de poiso. Resultado: o terraço está todo sujo (ainda estou para ver quando chega o mau cheiro às nossas casas), fazem muito barulho, (para quem vive nos andares superiores é deveras aborrecido ouvir o barulho dos pombos às 5 da manhã quando uma pessoa já tem de se levantar cedo para ir trabalhar), e o que mais me aborrece é sujarem a roupa toda.
Isto pode não lhe interessar minimamente, mas já me estragaram dois pares de calças e uma camisa que infelizmente os bichos têm uns dejectos, assim a atirar para o ácidos e destroem a tinta da roupa. Ora a próxima vez que isso acontecer, porque eu não tenho de me sujeitar, vou bater à porta das pessoas para me pagarem a peça de roupa estragada ou, mais grave, chamo as autoridades de direito quando vir que estão a dar de comer aos pombos à nossa porta, que esse acto é ilegal. É porque eu não quero chegar a este extremo que lhe estou a escrever esta carta. Este assunto tem de ser discutido sem falta na próxima reunião de condóminos. Se não acharem este assunto importante, posso apenas limitar-me a recorrer às medidas que já referi anteriormente. Compreenda que se recorro a este extremo é por estar farta de avisar os perpetuadores e não vir as coisas alterarem-se… Mas apresento desde já uma solução, e para que não digam que tenho algo contra os pombos ou as pessoas do nosso prédio: vão dar comida aos pombos para o parque.


Muito obrigada pela atenção, espero ver este assunto rapidamente discutido e resolvido.

Um condómino preocupado

terça-feira, junho 24, 2008

Se não fossem as horas...

São meros instantes. Um olhar de soslaio que os olhos não aguentam fitar-te. Um sorriso envergonhado e um querer virar-te as costas. Que o comboio nunca mais vem... E eu que só quero que ele venha. E que tu te apresses e me vires as costas antes que me descubras. No meio da multidão. Me descubras envergonhada e pequena, como nunca fui. Tremo e acelero o passo que o tempo não o faz por mim. Só anda há velocidade dos ponteiros que temem em ficar parados E eu acelero o passo e faço o tempo correr mais depressa do que os ponteiros... É mais fácil fugir-te. Vou escapar-me com a desculpa das horas. São elas que nos controlam tudo e eu não tenho culpa de nada. Tens de ir. Tenho de ir. A minha vontade é fugir. Olho para o telemóvel e o comboio nunca mais chega e eu sem saber o que dizer. E tu a responderes às perguntas mais simples, fúteis e inúteis e eu a querer fuir. E ai que a inspiração me foge e eu sem saber o que dizer. Logo eu que tenho tanta coisa para dizer. E não consigo. Estou apenas envergonhada e as palavras não saem... E eu a querer fugir. E sinto-me a ficar corada e sei que tu vais perceber e eu não quero parecer fraca como na realidade me sinto. E eis que ele chega e que tu te vais embora e eu não quero que vás. Nunca quis.

segunda-feira, junho 16, 2008

...

Queria ter vindo mais cedo esvaziar a mente. Mas não tenho conseguido. Agora que cá vim, mal consigo escrever, mas não é um problema de vazio. São mesmo muitas, muitas coisas. Muitas pequenas e talvez insignificantes coisas, que se juntam, se vão amontoando e se tornam numa coisa grande e significativa quanto baste. No outro dia juntou-se mais um 'pequeno nada'. Eu pensei ok, isto não é nada. Vai passar. E depois as horas começam a passar e começa-se a tornar algo grande e com o tempo pensamos que fomos estúpidos em não dizer nada. E quando dizemos sentimo-nos ainda mais estúpidos por termos falado. Como é eu fui capaz de estar tão off... Como é que é possível uma pessoa sentir-se tão culpada por não ter feito nada. Eu não fiz nada... E é isso que me magoa como é que não consegui agir. Como é que me deixei adormecer daquela forma. Não será suposto lutar contra as marés e mostrar que estamos ali a lutar pelo que queremos... E fiquei parada... Tenho tanto, tanto, tanto em que pensar agora...

sábado, maio 24, 2008

Consigo respirar

Já não me lembrava do que é ter de fazer as coisas sem pressa. De me sentar, apreciar o momento, deixar a imaginação voar… Viver apenas. E esquecer aquela coisa do viver intensamente fazendo tudo ao mesmo tempo e às vezes mal feito, com pessoas que nem sempre são as mais indicadas.
Estava constantemente numa corrida, como se quisesse bater o próprio tempo ou alguém. Queria fazer tanto, tanto, tanto… Demonstrar que conseguia aproveitar todas as oportunidades e a todas viver intensamente. Por viver tanta coisa acabava por não saborear realmente as coisas boas que a vida me deu e tem continuado a dar.
E sabem que mais? Eu amo mesmo as pessoas que me rodeiam e amo aquilo que faço. Quero fazer parte de algo maior, contribuir não só para o meu bem-estar e, na medida do possível, o daqueles que me rodeiam. Quero ser feliz. E tenho receios como toda a gente. Mas percebi que a vida é um misto daquilo que procuramos atingir e das nossas lutas por esse fim e daquilo que surge sem o desejarmos. Mais vale ter calma, pensar e apreciar o que tenho porque se as coisas especiais chegam e eu as não sei viver, que mais me restará?

sexta-feira, maio 16, 2008

Mais um dia...

Acabou. O sol há muito que não brilha. A televisão está apagada porque não dá nada de especial nem há nada que queira ver, o barulho enerva-me. A rádio não toca, mas devia. Um qualquer mal de melancolia me entristece. E nem assim consigo deixar de volta e meia ir ao youtube ouvir as tais músicas que me fazem/fizeram sorrir e, agora por motivo nenhum me entristecem.
Sinto-me embrutecida, estou mesmo cansada, não apetece fazer nada de nada. Estou parva, numa reclusão voluntária. Apetece-me estar com gente e ao mesmo tempo não estar com ninguém. Não estou a fazer muito sentido. As palavras parece que saem como a vida, desgarradas. Ah e tal arranjei um trabalho que... é interessante me completa tanto quanto um trabalho o pode fazer e é duro e cansativo e divertido só que falta algo. Onde está o entusiasmo de viver? De acordar com um sorriso parvo nos lábios mesmo que não faça sol? Que estou a fazer algo que quero. Só qu'isto o mal é todo da cabeça que me grita no silêncio: "Quero maaaaaaais". Não amo nada nem ninguém, no sentido amoroso do termo. E também não tenho grande vontade de me mover nesse sentido. E se não chega que é que eu faço? Nada. Pois. Estamos bem. É apenas mais um dia que terminou e amanhã vou-me rir (talvez) do que agora me entristece...

quarta-feira, maio 07, 2008

Demasiado ocupada

A trabalhar num projecto muito interessante, a desafiar-me todos os dias, a testar a minha resiliência, a aprender, absorver e, por fim, respirar. Sorrio.

sábado, abril 26, 2008

Pergunta de quem não tem nada que fazer

Porque é que mesmo com a casa vazia e sem a possbilidade de aparecer alguém repentinamente quando vamos à casa-de-banho fechamos a porta?

sábado, abril 19, 2008

The Original BITCHES!!!

A moda existe desde que o homem teve a brilhante ideia de que teria de se cobrir. Fosse por que motivo fosse, proteger-se do frio, das feras ou de um sentimento de pudismo lá se lembrou de se tapar com o que houvesse à mão. Claro que na altura a 'roupa' não era igual entre pessoas, por isso, já se pode falar ainda que não tivessem consciência disso, de estilo pessoal. O tempo passa, as vestes tornam-se mais sofisticadas e ornamentadas, criam-se diferenças fundamentais entre as pessoas, como seres singulares que são, entre povos, entre classes. Hoje temos a sorte de olhar para trás devido aos inúmeros registos: sejam livros, fotografias, gravuras, testemunhos, etc. que sobreviveram para contar a história do vestuário. É, em primeiro lugar uma necessidade, depois o testemunho de uma personalidade. Nem todos podem adquirir um fato Armani ou um vestido Cavalli. Mas também nem todos têm dinheiro, o gosto, o corpo, ou a vontade. É a beleza disto tudo: o poder de escolha. E se quisermos andar mal vestidos... Quem é que nos vai dizer que não?
Essa é para mim a ideia peregrina e que anda a encher bolsos a olhos vistos. Que tal pegarmos em alguém com completa ausência de gosto e renovar o seu guarda-roupa (nas montras que escolhermos claro)! Primeiro, acho isso do mau gosto muito relativo. Eu posso achar que tenho um estilo eclético, jovial, primaverial e resumindo muito bonito e a vizinha do lado não. Enfim... a BBC criou um programazito que cedo se tornou dos mais vistos com duas fashion gurus, as quais nunca ouvi falar na minha vida, (embora reconheça um conhecimento muito limitado dos grandes nomes da moda na actualidade), em que amigos, colegas, etc. seleccionavam alguém que lhes parecia necessitar de intervenção urgente no guarda-fato. O programa What not to wear desenrolava-se com uma série de entrevistas mais ou menos contidas dos traidores em que falavam sobre a roupa da pessoa em causa e o que os motivava a denuncíar o mau gosto à BBC. Em seguida, eram as gurus que faziam comentários maldosos sobre as roupas enquanto viam videos da pessoa com as tais horrorosidades. Lá chegava o momento da confrontação em que sem desconfiar dos seus entes queridos a vitíma era atirada às feras de camera em punho e forçada sobre forte coacção psicológica a mudar todo o seu guarda-roupa. Sim, era com dinheiro oferecido pelo programa, mas em lojas por ele escolhidos, a roupa previamente aprovada pelas divas da moda. O fim do programa passava pela ideia de crescimento: antes era um patinho feio e agora um principe ou uma cinderela dos tempos modernos, muito fashion que ninguém poderá parar devido ao seu fortíssimo sentido de estilo!
Acho uma experiência muito interessante algo que nos levante a auto-estima e até um sentimento de realização pessoal, mas é no mínimo desnecessário ver duas tipas que não conheço de lado nenhum e ainda por cima mal vestidas (desculpem qualquer coisinha mas é verdade) virem-me dizer que naquelas roupas pareço uma vaca gorda ou uma puta se eu gostar daquilo que ponho no meu corpo! Enfim, estas cabrinhas estão, imagine-se só?! mais magras, com umas contas bem recheadas e com livros publicados. Entretanto, a versão alastrou para os E.U.A, onde se tem direito a uma versão mais soft, se bem que tirada a papel químico da original. E tornou-se moda fazer uma makeover, que entretanto passou a extreme e expandiu-se a outras áreas como a própria casa (home edition, people & arts) e até ao corpo!!! Agora o corpo é feio faz-se uma cirurgia, algo muito descomplicado para se aumentar a beleza, auto-estima e já agora, vaidade, narcisismo, egocentrismo. Na verdade basta haver um pequeno defeito para se fazer uma transformação total do corpo. E pelos vistos é desejável socialmente e até aceitável. Ok, por mim tudo bem. Só acho que o que é demais é exagero. Ver pessoas que até vestem bem mudarem completamente de estilo, por terem uma ruga fazerem implantes mamários e uma lipoaspiração, mudar o quarto de hospedes que tem um verde horrível que já não se vê desde os anos 80. Começa-me a parecer tudo mais distante e fútil e paranóico.

sábado, abril 12, 2008

Não é só uma questão de geografia!

Admito desde já que não gosto dos americanos. Por isso, a minha opinião fica logo muito enviesada, mas que 'sa lixe' o blog é meu, quem não gosta que não coma! Faz-me muita confusão que a nação mais poderosa do mundo (só resta saber por quanto tempo) seja tão absorvida e abcecada consigo mesma e não consiga olhar das fronteiras. A Europa é um país? A África é um país pobre que fica na Ásia? Os Australinos moram ao lado dos ingleses down under? Ok, faz-me impressão quando me dizem que Portugal é uma província espanhola e que por cá se fala espanhol, mas admitamos que o país é bem pequeno e não tem expressão nenhuma! a nível global. Aborrece-me imenso a ignorância de quem tem o mundo a seus pés e pura e simplesmente não se interessa pelo que o rodeia. E ainda mais... americanos que vivem nas principais cidades do país, expostos a todo o tipo de órgãos de comunicação não saberem quem são os candidatos às próximas eleições presidenciais. Helloooooo? Em que mundo é que vivem? Talvez no da Miss South Carolina!!!





quarta-feira, abril 02, 2008

quarta-feira, março 19, 2008

Amiguinhos virtuais

Sempre cheguei um pouco atrasada no que diz respeito à moda mais recente em termos de tecnologias. Quando já todos tinham telemóvel eu ainda recebia chamadas estranhas no telefone fixo. Quando todos falavam 'numa boa' do people que tinham conhecido no mirc eu ainda estava à espera do meu computador. Devo ter sido talvez das últimas pessoas do meu grupo de amigos a ter um e-mail e a instalar o msn, no qual diziam eles, se passavam horas a falar em grupo sempre a rir à gargalhada. Então e o hi5? Ui, o rapazito com quem iam ter encontro não sei onde porque não queriam ser vistas por ninguém conhecido? Ou aquele que era muito querido e parecia perfeito e estavam a um passo de se apaixonar quando se encontravam e afinal, não era nada de jeito, falando do físico claro. E o velhaco que se aproximava com aquelas falinhas mansas do género, acho que podemos ser bons amigos, só te desejo bem, és uma pessoa especial, acho que nunca conheci ninguém como tu, e tal, e tal... Tantas desilusões e sustos também! Por isso, nunca me aventurei muito sobretudo no mundo dos chats. De certa forma, com as histórias que ouvia, já estava de certo modo, vacinada e preparada para os 'predadores' e desilusões de outro tipo. Mas, lá está, eu era maior de idade já tinha a experiência de quem tem amigoa a quem aconteceram coisas menos boas... Infelizmente, nem todas as histórias têm um final feliz. A mais recente que ouvi foi a de um pais que pretendem processar o myspace após a sua filha se ter suicidado. Ao que parece a menina de 13 anos tinha terminado uma amizade com a filha de uma vizinha. Esta para se vingar criou uma conta falsa no myspace criando um rpaz de nome Josh e 16 anos que rapidamente se tornou amigo de Megan. A rapariga desenvolveu uma paixão por esta personagem e ficou deseperada quando o seu apaixonado começou a espalhar pelo myspace como ela era uma amiga terrível e que esperava que ela fosse infeliz até ao resto dos seus dias... Coisas que para um adulto não serão nada de especial, mas para uma menina de 13 anos se revelou grave o suficiente para se enforcar no seu guarda-fato. A vizinha vingativa confessou o que havia feito aos pais transtornados, mas revelar-se-á um processo difícil provar a culpabilidade da senhora nos tribunais visto que nada semelhante está previsto na lei.
Andam crianças na internet e adultos a brincar com elas... Onde está o final feliz?

sábado, março 15, 2008

É só de mim?

No mais recente escândalo sexual nos E.U.A. o governador de Nova Iorque Eliot Spitzer foi 'forçado' a demitir-se por se ter envolvido com uma call girl na noite anterior ao dia de São Valentim. O seu nome tem sido arrastado na lama e descobriu-se que este agora ex-governador que fazia do combate à prostituição uma das suas bandeiras terá pago milhares de dólares em serviços destas meninas.


A call girl no centro de toda a polémica tem as suas fotos publicadas um pouco por todo o mundo, em jornais, na web... E olhando para esta fotografia... Não vos faz lembrar alguém, sei lá, a Soraia Chaves?



Será que elas são todas iguais?

quinta-feira, março 13, 2008

Mitos Urbanos IX

Era uma vez um homem que tudo tinha de pessimista e anda, assim pensava ele, de bom na vida. Trabalhara numa firma durante anos a fio abdicando da hipótese de ser feliz para se ver mais uma vez ultrapassado numa promoção por um colega mais jovem, mais atraente, mais tudo aquilo que ele não era. Ficou arrasado e decidiu, por fim, dedicar-se ao que realmente importava: constituir uma família. Em 30 anos chegara sempre a horas e não tinha uma única falta, por isso, naquele dia saiu mais cedo. Não ia adiar mais a vida! E decidiu pedir a namorada em casamento. Passou numa florista e pediu o bouquet mais caro e mais bonito da loja e numa joalharia comprou um anel de noivado que lhe custou o salário de alguns meses. Mas, a sua menina merecia. Tantos anos a aturá-lo, sem a hipótese de algum dia ver a formar família com ele, o relógio biológico a dar horas e a não poder satisfazer o desejo de ser mãe.

Chegou a casa vestindo o seu melhor sorriso para se deparar com um desastre. A sua bela, fiel e paciente namorada de tantos anos traia-o com outro homem, na sua própria cama! Ele não disse nada e ela limitou-se a encolher os ombros quando o viu. Mais atrapalhado só o amante. O olhar dela dizia tudo: ‘O que é que esperavas? Cansei-me de esperar por ti, já vens tarde’.

Ficou arrasado, nunca seria promovido a director da maldita empresa que lhe roubara a vida, a sua namorada acabara de o trocar por outro e nem queria imaginar a quantidade de vezes que a sua casa, a sua cama tinha sido palco da traição descarada!
Decidiu acabar com tudo. Afinal, não valia a pena viver… E para garantir que tudo correria bem engendrou um plano magnífico. Enrolar uma corda à volta do seu pescoço que prendeu à beira dum precipício, tomar veneno, regar o corpo com gasolina e dar um tiro na cabeça para acabar com a sua existência miserável de uma vez por todas.
Assim, tratou da corda, regou-se com gasolina, ingeriu o veneno e pegou na arma. Acendeu um cigarro, e deixou-o cair sobre si, lançando depois o seu corpo rapidamente coberto pelas chamas do precipício. Infelizmente, sucedeu uma cadeia de acontecimentos que não esperara…
Como o seu pescoço não partiu com o salto tentou dar um tiro na cabeça, mas o fogo e o veneno desorientaram-no pelo que o tiro falhou a sua cabeça e acertou na corda que se partiu indo cair ao mar. O fogo apagou-se de imediato e a quantidade de água salgada que lhe entrou pela boca adentro fê-lo vomitar o veneno, de outra forma letal. Óptimo, pensou, não sei nadar, assim posso afogar-me, quando sentiu um braço puxá-lo para dentro de uma embarcação. Pescadores que tinham visto a cena muitos metros abaixo apressaram-se a resgatá-lo.

Nem para me matar presto. O homem safou-se com cicatrizes das queimaduras de segundo grau, dificuldades respiratórias resultantes do enforcamento e da corrosão interna provocada pelo veneno até ao resto da sua vida.

segunda-feira, março 10, 2008

Diálogo Interior . 13.08.07

Ele era lindo. Era? Agora que penso nisso não era assim tão bonito. E querido e interessante. Pois, para dizer a verdade já não sei onde fui encontrar essas qualidades. Era simpático, atencioso q.b. e tinha conversa, mas não àquele ponto. Eu é que me encantei e ampliei aquilo que julguei ver. Então e o sorriso? Adorava aquele sorriso. Acho que nunca vi nada tão bonito antes. Er, se calhar não. Se me lembro bem e eu sabia-o de cor, tinha uma pequena falha nos dentes. E se dava uma gargalhada… A primeira vez que a ouvi pensei como era estúpida. Mas pensei: ‘Nomyia, não vais já começar a encontrar defeitos!’ Porque não podia. A exigência era de tal forma elevada que nunca à face da terra existiria homem capaz de satisfazer o ideal que este corpo já um pouco magoado formara. Percebi a tempo que era uma forma de o meu inconsciente me proteger. Se não existisse o tal, nunca sentiria amor, paixão e todas as coisas boas (e más) que acompanham uma relação e assim, nunca me magoaria.
E neste momento, olho para trás e vejo as coisas boas e as coisas más e penso que as coisas más não se devem sobrepor às boas porque isso cria apenas um cancro dentro de mim. E penso que a devastação é mais do que suficiente para continuar a sentir rancor! Por outro lado, as coisas boas não foram tão boas assim. Afinal, se estava tão bem, então porque me sentia tão triste? Por fim, olho para toda esta racionalização e chego à conclusão que as saudades nada têm de racional. Sei que é muito simples, redutor e irracional mas a verdade é que já não sinto o teu cheiro…

PS: Este texto é antigo e já não reflecte a realidade.

sexta-feira, março 07, 2008

Então e eles?

Eles dizem que nós deviamos vir com um manual de instruções!
Quanto a eles cada vez mais acho que deviamos fazer uma 'lista de assuntos que não podemos abordar porque vocês são muito sensíveis e picuinhas e qualquer coisa se chateiam'.

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Não é o que me faz sentir melhor

mas recuso-me a continuar com uma atitude e a persistir num comportamento que vai contra aquilo em que acredito.

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Tanto tempo depois volto com uma mensagem de paz e esperança

Parece que não e que o titulo é mesmo para enganar os mais ingénuos. Durante este tempo todo estive a terminar a licenciatura. Pelo menos teoricamente está, resta saber o que dizem as senhoras professoras dos meus últimos dois exames (assim a modos que desastrosos) para o que estudei e para a minha moral, mas são apenas pormenores. Também lutei contra uma carrada de sentimentos que comprovam, caso ainda tivesse dúvidas que sou mesmo mulher e, portanto, o ser mais sensível e instável = vulcão à beira da erupção, à face da Terra. Conclusão disto tudo: tenho de fazer umas mudanças. Já que por dentro está a começar a ser impossível vou tentar fazer aquelas mudanças exteriores de aparência (não, não vou fazer nenhuma plástica, mas também não digo o que são) a ver se isto começa a melhorar e começo a sentir algo mais do que aborrecimento e/ou indiferença. Isto se vençer a preguiça claro. Vou parar ao inferno por este último pecado. Enfim... Parabéns a mim. Então por que raio me sinto tão estranha?

domingo, janeiro 27, 2008

Boa Pergunta

Porque é que eu escrevo algo em que não acredito e sei que estou a mentir a mim própria?

sábado, janeiro 05, 2008

Conclusões de mais uma passagem de ano (atrasadas mas eu sou lenta que querem?!)

  1. Há uma série de 'Tradições' que eu não conhecia que respeitei este ano pela primeira vez. Se calhar era isto que estava a fazer mal durante este tempo todo!
  2. Se eu quiser consumir pólvora mais vale consumir pólvora mesmo!É que há shots muito, muito maus. Para isso, faço eu uma mixórdia qualquer em casa! Lesson learned!
  3. É mais fácil começar o ano acompanhado do que sair sozinho (acreditem que esta frase quer dizer muito mais do que o óbvio que aqui se entende).
  4. Gosto de música pimba :o E há vídeos para o provar!
  5. Os momentos da mais pura loucura faziam-me falta. Ando demasiado séria para o meu gosto e para o gosto dos outros. Daqui advém a próxima:
  6. Eu devo ser daquelas que partem a loiça toda. Disseram-me três vezes: as caladinhas são as piores!

sábado, dezembro 22, 2007

Sou a maior!

Apesar de agora parecer uma perfeita criança!Vejam só o link fenomenal que encontrei. Considerem este o meu presente de Natal, e já não me podem chamar sovina. Para ficar horas a pasmarem-se com os sustos que apanharam em crianças ou rir, que afinal aquilo não mete medo nenhum e só dá vontade de rir!

Aqui ficam as 100 cenas mais assustadoras de sempre!

PS: A selecção ficou a cabo do autor do seu site, por isso, não deixa de ser apenas uma opinião, mas dou-lhe o mérito de reunir cenas de filmes dificilimos de encontrar e alguns dos nossos filmes preferidos!

Às vezes

adoro não saber o que vem a seguir :)

terça-feira, dezembro 18, 2007

Damn, am I good or what??

domingo, dezembro 02, 2007

Frases

Agarra-me esta noite, sente o tempo que eu perdi, agarra-me esta noite, que amanhã não estou aqui.”

Pedro Abrunhosa

sábado, dezembro 01, 2007

Mas será que ainda têm paciência

para tanto Benfica - Porto? É que SÓ parece ser a notícia mais relevante a nível NACIONAL dos últimos dias! E eu que não gosto de ver futebol escusava de levar com essa injecção diária. Ainda se admiram que a malta jovem não veja noticiários, que por incrível que pareça HÁ muitos jovens que não gostam do chuto na bola. Agora com licença, vou-me afastar de todos os meios de comunicação o mais rápido possível.bahhhhhh

sexta-feira, novembro 23, 2007

Achei que devia ajudar

Por isso também decidi linkar o Abrupto! K'isto é uma grande cabala!

sexta-feira, novembro 09, 2007

Uma feel good song (só porque sim)

Do I attract you?
Do I repulse you with my queasy smile?
Am I too dirty?
Am I too flirty?
Do I like what you like?
I could be wholesome
I could be loathsome
I guess I'm a little bit shy
Why don't you like me?
Why don't you like me without making me try?
I try to be like Grace Kelly
But all her looks were too sad
So I try a little Freddie
Ive gone identity mad!
I could be brown
I could be blue
I could be violet sky
I could be hurtful
I could be purple
I could be anything you like
Gotta be green
Gotta be mean
Gotta be everything more
Why don't you like me?
Why don't you like me?
Why don't you walk out the door!
How can I help it
How can I help it
How can I help what you think?
Hello my baby
Hello my baby
Putting my life on the brink
Why don't you like me
Why don't you like me
Why don't you like yourself?
Should I bend over?
Should I look older just to be put on your shelf?
I try to be like Grace Kelly
But all her looks were too sad
So I try a little Freddie
Ive gone identity mad!
I could be brown
I could be blue
I could be violet sky
I could be hurtful
I could be purple
I could be anything you like
Gotta be green
Gotta be mean
Gotta be everything more
Why don't you like me?
Why don't you like me?
Why don't you walk out the door!
Say what you want to satisfy yourself
But you only want what everybody else says you should want
I could be brown
I could be blue
I could be violet sky
I could be hurtful
I could be purpleI could be anything you like
Gotta be green
Gotta be mean
Gotta be everything more
Why don't you like me?
Why don't you like me?
Why don't you walk out the door!


PS: É só de mim ou esta música alegre tem o seu quê de triste? Vá digam lá que até concordam porque mais ninguém parece achar a letra um tanto ou quanto triste!Note-se que o som é contagiaaaaaaante!

sexta-feira, novembro 02, 2007

Começo a ficar muito preocupada

com a quantidade de vezes que leio a expressão 'hit artist' ou 'superstar' ou lá o que é no écran. Das duas uma, ou estou viciada nesta coisa de cantorias e preciso de acompanhamento psicológico ou então sou uma séria candidata ao próximo 'family superstar' e nesse caso temam-me que eu sou boa!
Para quem não sabe eu falo disto.

terça-feira, outubro 23, 2007

Rush of blood to the head...

Era assim que se sentia... Sentava-se no chão da pequena salinha escura numa solidão convidada. Cruzava as pernas e ajeitava-se com o portátil novinho em folha. Passava sempre a mão pela tampa, como se de um gesto se tratasse. Hábito diria mais. Tinha sido tão desejado... Password... e a primeira coisa que fazia era ligar o mediaplayer. Era assim para o conservadora: só músicas com pelo menos uns dois, três anitos até ao fim dos anos setenta. Na sua lista só entrava aquela música que já tinha amadurecido. Os novos hits só na rádio e apenas para companhia. Um pouco como o vinho, de que até nem gostava muito. Era mais do género de entrar dentro da música, aquelas que só passado alguns anos nos conseguimos identificar e só após termos passado por dadas situações conseguimos, no nosso âmago compreender. Sem ela não conseguia escrever. Era como uma musa. Fazia sentir tudo o que não nos conseguimos forçar a sentir num dado momento e usáva-la para avançar com as palavras. Electrizante, hipnotizante, bela como se querem todas as coisas. Fazia afluir o sangue ao cérebro e lá as célulazinhas pareciam mover-se na sinfonia que os lentos dedos tentam traduzir em frases e essas em texto. Como a música 'rush of blood to the head'...

sexta-feira, outubro 19, 2007

O Segredo é

Pensares em tudo o que tens de bom à tua volta. E quando isso não chegar agarrares-te a um bom livro, aquele que tinhas mesmo de ler! Até pode ser um livro mau se isso significar comprá-lo ou pedi-lo emprestado e depois atirá-lo para o lado insatisfeito! Adormeceres num sofá às três da manhã abraçado à tua manta favorita só por que sim, apeteceu e soube bem. É empenhares-te naquilo que queres alcançar, o que tens de fazer para lá chegar. Programa a tua vida a vai dando os passos que tiveres que dar, ainda que pequenos. É cada dia ser uma vitória, acordares e adormeceres com um sorriso porque sabes que és realmente bom naquilo que fazes. Fazeres aquilo que queres e te apetece no momento que afinal a vida são dois dias, há espaço para a espontaneidade, para deixares os raios de sol penetrarem na vida cinzenta. Envolveres-te com os outros como nunca fizeste antes: as relações não têm de ser um sim ou um não. Mostrares quem tu és e deixares os outros revelarem o que têm de bom sem demonstrares preconceitos, sem forçar ou esperar nada em troca. É saberes que podes ser feliz por ti próprio e que não são os outros que fazem a tua felicidade, apenas lhe acrescentam algo. É não viveres para o passado: bom ou mau já passou e tu ainda cá estás. É deitar uma lágrima porque sentes e estás vivo. E é tão bom estar vivo. É tão bom amar e ser amado incondicionalmente nem que seja pelo próprio gato! É esqueceres o que te fizeram e saber perdoar e encontrar a paz. É seres assim: humano. E posso repetir um milhão de vezes: sente, sente, sente, sente, que a vida é só uma e esta é a única que temos e a única coisa que sentiremos no leito da morte foi o que vivemos. Ser feliz. Este é o meu segredo. O meu nome é Rita, tenho 20 anos e nunca fui tão verdadeira como hoje.

quinta-feira, outubro 18, 2007

Simpsonize Me


A única coisa que se faz com o pouco tempo disponível. Produtivo não é? Vá vão perder tempo também!
PS: A boneca é bem mais gira que o modelo real!

domingo, outubro 07, 2007

Mais Arte?

Joel-Peter Witkin

Este senhor utiliza corpos, que por vezes vai buscar à morgue para as suas fotografias que são algo entre o surreal e uma imagem saida de um filme de terror. O fotografo já tem utilizado modelos vivos na mesma fotografia que cadáveres. Chamem-lhe o que quiserem: Sádico, oportunista, doente, artista... As suas criações tem sido palco de temas tabu e desconfortáveis para as pessoas: morte, sexo, cadáveres em decomposição... Os seus modelos: anões, transexuais, hermafroditas e pessoas com deformações.

Um dado a considerar: de acordo com o artista a sua visão foi muito influenciada por um acidente de viação a que assistiu quando era criança no qual uma rapariga foi decapitada! Mais fotos aqui.

PS: Versão do autor do quadro "As Meninas" de Velasquez.

sábado, setembro 29, 2007

Pensamento do dia

Está um dia da treta!

Eu tenho cara de pita!


O ano passado entrei num cabeleireiro e a senhora que me tratou do cabelo julgou que eu tinha 14 anos.
Há uns dias fui à minha dentista (meus ricos dentes) e a senhora deu-me 16/17 anos.
Um amigo meu, disse-me há dois dias que me dava à vontade 18 anos.
Esta quarta-feira fui à Mega Festa do Caloiro e tomaram-me por caloira.
Eu sei que é bom pensarem que somos mais novos do que na realidade, mas já começa a ser exagero! Que falta acontecer mais: pedirem-me BI à entrada de uma discoteca. Um polícia mandar-me parar no transito?

sábado, setembro 22, 2007

Olha...

Isto ainda funciona! Continuo a não ter nada de especial para dizer, mas começo a ficar farta de ver os meus posts, sobretudo quando já não reflectem, em certa medida a realidade. Por isso, deixo-vos com reflexão interessantissíma que tive há uns dias com uma amiga.
As relações acabam. Cada um segue o seu caminho. Ah e tal nunca mais nos vamos apaixonar, perdi o amor da minha vida, etc, etc. Até que surge alguém que faz os nossos joelhos tremer de novo e as borboletas voarem livremente na nossa barriga. Ora, udo isso é muito bom, mas trás sempre alguns problemas para o novo sujeito.
Para haver um novo começo há coisas que têm de ser resolvidas e questões que têm de ser debatidas. É complicado desde logo para a nova pessoa. Não tem culpa dos nossos problemas, de estarmos muito magoados ou ressentidos e desconfiados, mas sabe que ao minimo erro pode significar a porta da rua. À parte a bagagem emocional da pessoa com quem se quer formar um parzinho romântico ainda tem de lidar com os amigos. Estes então são os piores. Sabem que a última escolha não foi a melhor e sentem-se em parte culpados por não terem visto o que era óbvio. Portanto, para compensar exageram, estão e estarão atentos a todos os movimentos do novo sujeito, como se ele fosse uma cobaia, a qual saberá sempre porque lho dizem se está a agir de modo correcto ou não. E claro, a obra prima, "se a magoas nós magoamos-te a ti!", o que é sempre agradável para o novo pretendente. Se bem que faz bem ao ego de uma pessoa saber que temos amigos dispostos a tudo para nos verem felizes, (mas isso é um aparte).
Por fim, temos a família, é claro que só surgem numa fase mais avançada contudo, foram eles que assistiram ao fim da relação prévia, foram eles que viram a "cria" sair do ninho feliz e regressar destroçada. Eles acompanharam o processo de reabilitação e reconstrução de uma alma fracturada. Eles aturaram os ataques de choro ou mau génio ou lá o que for, que isto as pessoas também reagem de forma diferente. Mais, a família, só quer ver-nos felizes e sabem o mal que nos causará nova desilusão pelo que também estarão na sombra aguardando...
A cada novo golpe, a aproximação é cada vez mais dificultada e o novo pretendente tem tem de enfrentar 3 sérios obstáculos: nós, amigos e família. Mesmo que não o queiramos, também somos nós que tornamos o desenvolvimento de algo novo mais difícil e que é preciso ter muita paciência e amor para dar para conseguir o que tanto se deseja: paz (pás, pás, pás, isto já é parvoice!)

I'm baaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaack!

quinta-feira, setembro 13, 2007

Os dias passam

e eu continuo a olhar para esta página, mas um blog não se escreve sozinho não é?

sábado, agosto 25, 2007

Estado de confusão

Este texto vai ser natural, sem ironias, sem sarcasmos e muito menos metáforas. Esperava-me um Verão de sonho e aconteceu o pior dos pesadelos. Recuso-me a dizer o que é porque até nos diários temos, por vezes, receio de dizer tudo quanto nos acontece e nos passa pela cabeça. Sinto-me um caos, um emaranhado de emoções que não sei como vêm e como vão. Nem sequer o consigo explicar e acima de tudo, tento libertar-me do que me magoa e não consigo. Não é falta de vontade é só receio.
Sentires? Sinto dor, mágoa, ressentimento, aborrecimento, ódio, confusão, medo, cansaço, talvez mesmo esgotamento fisico e emocional... Nem sei como continuo a arrastar-me para este teclado. Espero em vão por uma inspiração que não vai aparecer vitima desta trágica confusão. Posso aparecer talvez amanhã, quem sabe. Ou aparecer daqui a muito tempo. Ou então não. Porque nem sequer sei se quero dizer adeus. As palavras nem sequer me soam bem, só me doem. E não é suposto isso acontecer. Por isso, peço que me desculpem todos aqueles a quem já não vou ver há muito tempo, mas a culpa não está na vontade, está no ser.
Um beijo.

quinta-feira, agosto 23, 2007

Continuo sem palavras mas agora...


Intolerable lightness of existance por Grzegorz Kmin

quarta-feira, agosto 15, 2007

Não tenho palavras mas...


Deep in the clouds por Frank Fiedler

segunda-feira, agosto 06, 2007

Sorriso para o resto do dia

"Bom dia minina. Se alegra, se anima. Não vale a pena ter tristeza na cara não!"*


*dois cidadãos brasileiros que, tal como eu, se dirigiam de manhãzinha para o trabalho.

quinta-feira, agosto 02, 2007

E pensava eu que era negativa!

"Não tenho nada contra os homens em particular, mas no geral são todos uns cães!"


PS: Ui!

quarta-feira, julho 25, 2007

Aprender a ser egoísta

Gosto muito de vós mas AINDA GOSTO MAIS DE MIM.

Recuso-me a dar o prazer da minha infelicidade a quem a quer.

Tomem e embrulhem!

quarta-feira, julho 18, 2007

But life goes on...

"I'm gonna wear a smile and walk in the sun".

Eu (a não ser que o tenha lido em qualquer lado e agora não me recorde onde)

sexta-feira, julho 13, 2007

Como estou?!

Quando chegas a casa eu já sei o que vais perguntar.
Então?
Então o quê?
Como foi o dia de trabalho?
Ah, passou-se.
Só?
Só.
Correu bem?
Foi normal.
E ficamos por aqui. De vez em quando lá tento armar-me em rebelde e atiro-te com outra.
Se queres saber como estou pergunta como estou, não é isso que queres saber?
Quero saber como estás no trabalho.
Está bem.
Sinceramente não sei que mais diga. Todos os dias a mesma conversa e todos os dias o mesmo ponto final. É que não vejo interesse nenhum. Trabalho? Pois, começei há pouco é verdade então e saber como eu estou? Agora é só isso que conta? Ou tens medo que te diga como realmente me sinto? Que estou um pouco perdida, que não sei o que estou a fazer comigo, que não sei para que direcção vai a minha vida. Ou até mesmo que às vezes sinto que estou na m****, que o meu coração me dói a toda a hora, que acordo e me deito triste, que estou longe dos que me poderiam dar a mão neste momento complicado, que não me sinto capaz de sorrir, quanto mais me adaptar a um conjunto de estranhos cujo único interesse é livrar-se do seu próprio trabalho e atirá-lo para a nova rapariga... E teria muito mais para dizer, mas não queres ouvir. Acho que não te interessa saber como estou... Porra, estou mesmo lixada. Apetece-me mandar tudo à merda. E já me estou a cagar para a linguagem bonitinha e queridinha e sem boçalidades. Fui.

Achei que devia perguntar

Alguém me sabe interpretar um sonho que envolve corações de brincar, uma pistola que é na verdade uma bisnaga de água, uma professora de inglês que nunca nos deu aulas e o nosso último amor?

sábado, julho 07, 2007

Até sermos felizes

Pegou no bloco e começou a escrever. As linhas foram preenchidas num instante que quando estava inspirada não era de brincadeiras. Eram contos, versos, crónicas, enfim… Tudo quanto viesse. A qualidade era discutível, diria ela. Mas não se pode fazer tudo e o talento não está em tudo. O talento está apenas em duas ou três coisas, mas nessas… bem, nessas somos especiais.
Houve dias em que pensou que não era capaz e em que duvidou de si própria. Esses momentos não passavam de incertezas ridículas. E que não precisava da aprovação de ninguém, por quanto tempo existisse, sabia que a primeira pessoa a acreditar nela tinha de ser ela própria. Que só nós fazemos as coisas acontecer, que as linhas que escrevemos estão sobre a nossa orientação. E que a intervenção dos outros não passa de mero acidente.
Se são bons ou maus que interessa. Riscam-se as linhas e continua-se a escrever novas. Por muito poderosos que sejam os percalços nós ainda somos mais. E cada dia descobrimos uma força e uma vontade desconhecida e desmedida. Até sermos felizes.

E eu sinto-me tão triste

Sinto um peso dentro de mim. Acordo e deito-me assim. Tento deitar fora o que me aflige mas não há forma de sair. Os olhos semicerram-se para tentar evitar a torrente que ai vem. Quase consigo adivinhar quando vem a próxima. É impossível de combater. Revejo vezes sem conta o que foi, é, seria. E começo a brincar aos e ses, logo, agora que já nada posso fazer. E esta deveria ser a época mais feliz de sempre. "Tudo corre bem". Mentiras. Que contamos a nós próprios e aos outros para nos sentirmos melhor.
E eu só quero transformar isto em algo destrutivo e mandá-lo para o mundo. Quero ser egoísta. Porque quero que este ácido que me corrói por dentro não seja só meu. Será mesmo possível que eu queira sentir-me bem com a desgraça dos outros? Penso para comigo que a vida há-de prosseguir. É verdade. Mas é neste preciso momento que a vida parece não querer passar para mim. Apenas no seu modo mais lento e decadente.
E eu sinto-me tão triste.

segunda-feira, julho 02, 2007

Mitos Urbanos VIII

Era perto da uma hora e o último comboio estava a chegar. Num ímpeto de quem está arrasado mas já só quer chegar a casa correu e por pouco as portas não se fechavam com ela a entrar.
Não havia vivalma. Sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha suada. Avançou lentamente pelo comboio. Com sorte haveria um grupo ao qual se pudesse juntar. Com sorte até poderia ser que encontrasse gente decente e não ladrões ou pior. A necessidade de estar acompanhada e o medo de ser confrontada com uma situação perigosa àquelas horas da noite era demais para ela suportar. De modo que quando viu um velhinho encolhido junto ao vidro duma das carruagens não hesitou.
A viagem ainda seria longa, ao menos teria companhia durante algum tempo. Contudo, cedo começou a se sentir incomodada. O homem não parava de a fitar. Olhos esbugalhados mesmo. O seu olhar não a largava um momento que fosse. Talvez devido à sua boa educação pegou num livro e fingiu ler... Mas a leitura não estava fácil, sentia ainda um olhar a pairar sobre si. Aqueles dois olhos gigantes atormentavam-na. Começou a tremer e a suar bastante com a tensão mas já não podia mais.
Levantou-se e resoluta tocou no ombro do homem. Não se mexeu, não pestanejou sequer, continuava a desafiá-la. Ora o medo desapareceu. Aquele ser só estava ali mesmo para a assustar. Deu um forte encontrão no homem... E os olhos vidrados continuaram a fixá-la mesmo quando rolaram para o chão. E ainda faltavam tantas paragens...

segunda-feira, junho 25, 2007

Brevemente

Num blog perto de sim (Alto, estejam mas é quietinhos e não se ponham a procurar no google, que é mesmo AQUI!!!) um novo mito urbano!

PS: Acho que já não me resta grande sanidade mental.

quarta-feira, junho 20, 2007

Consegui!

Eu: Já estou pierçada. Não mãe, não foi na língua e também não fiz nenhum tatuagem de um dragão por todas as costas... Mas fiz uma no tornozelo! Queres ver?
Mãe: (começa a arfar e a respirar cada vez mais rapida e profundamente)
Eu: Mãe? Mãe? Estava a brincar...


Nota: Fiz um furinho pequenino na orelha. Não está nos meus planos mais próximos furar o meu corpo todo ou arranjar uma tatuagem e muito menos cortar o cabelo estilo mohawk! Mas... Por que é que quando se diz à mãe que se quer fazer uma coisinha tão simples elas assumem logo que a nossa alma está perdida???

Afinal sempre os tenho!

Aos tomates quero dizer...


E por isso queria agradecer à Lurainbow por ter descoberto aquilo que mais ninguém sabia. Agora sim já percebo os e-mails: Enlarge your penis e take viagra so when you do it you can do it!

segunda-feira, junho 18, 2007

Sonho: Encontro

São cinco da manhã e o despertador está quase a tocar
Tenho insónias
Sinto uma aragem... arrepio pela espinha acima.
vou a janela
Está escuro mas as luzes ofuscam
Quase me esquecia porque fecho as persianas noite após noite.
A cidade temível e esmagadora desaparece por entre as cortinas




Ouço um som
uma silhueta esguia acompanha-me
na cozinha um gato vadio passarinha por entre os meus pratos sujos
"sai sua besta"
os olhos brilhantes fitam-me por um instante
como um sinal
e depois o pêlo negro intrometido salta pela janela de onde apareceu
Vou ao frigorífico buscar leite.
Sinto-me acompanhada
como uma sombra me abraçasse
sinto aço frio a cortar a minha carne...
lá vem a aragem de novo...
Ele veio para levar o que tenho de valor
Ele veio com a morte
e eu vou-me assim, a escorrer os meus fluidos, no chão da minha cozinha,
embalada pela noite

O despertador toca...

quinta-feira, junho 14, 2007

Roam-se de Inveja

Estou de fériasssssssssssss

segunda-feira, junho 04, 2007

quarta-feira, maio 30, 2007

Só para dizer que...

difinitivamente os meus fusiveis apagaram-se: tripei, pirei, amaluquei, o meu Tico e Teco já não fazem fusão...

PS: Somebody save meeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

terça-feira, maio 22, 2007

Oscilações do Sentir

Perco-me, encontro-me, descubro-me em ti, junto a mim, no meu coração, aqui, dentro de mim...Sinto-me feliz, sinto-me triste, sinto-me só, sinto ausência, lá, perco-me, acho-me, encontro-te, comigo, amo-te, sorrio...

quarta-feira, maio 16, 2007

Deixa-me sussurrar-te ao ouvido o que me grita o coração...

TÁ CALADO PÁ!!!

PS: O que é demais enjoa! Criancinha, quer queiras quer não, tens de te levantar às 6:30 para ir para a escola! Acaba lá com a birrinha e deixa os outros dormir.

PS: Eu até gosto de crianças...

domingo, maio 06, 2007

Marcas

Foste o meu companheiro. Onde quer que fosse estavas lá. Sentia-me triste, recorria a ti. Sentia o desejo insaciável e lá estavas tu. Sei que nunca me irias deixar. A relação sempre foi controlada por mim. Bastava eu querer e lá estavamos nós. Mas sinto que já não está a funcionar muito bem. Já não me completas. Já não és solução. E nada dura para sempre. Sei que vai custar, os vícios custam sempre a largar. Adorei-te, adoro-te e não te quero deixar mas não posso continuar assim. Não suporto mais olhar para o espelho e ver as tuas marcas. Não me deverias marcar assim. Deveria ser algo bom. Mas não é. Porque olho para mim e não gosto do que vejo. Por isso, nem sei bem se quero ou não deixar-te, se calhar até quero, não sei, tem de ser. Tenho de abdicar de ti. E nunca saberás como me custou dizer isto...
PS: A partir de segunda-feira vou largar ou reduzir vá, no chocolate, que prazer por borbulhas para mim não dá.
PS2: É só a partir de segunda que hoje vou comer bolo de chocolate: nham nham :D

sexta-feira, abril 27, 2007

Só nós dois

São todos os dias e todas as horas desse dia. Tu não tens culpa e eu também não. O tempo é o inimigo, nunca há, nem nunca chega... para nós. Mas leio muito, e não só de teorias constam as minhas leituras. Há um sem fim de blogs a dizer-nos quão maravilhoso é o sentimento, como faz bem ao coração, à saúde, à alma... Fico contente por saber que há gente feliz neste mundo tão triste e, por vezes miserável. Mas, também eu, por vezes, padeço dum mal chamado inveja, que a felicidade que ali está descrita não é a minha. Não posso dizer como foi lindo o dia de ontem porque não tivemos o dia de ontem. Lá está não temos culpa nem há nada que possamos fazer quanto a isso, eu sei. E ai eu só queria mesmo era ler textos tristes, sobre ausência e saudade, do alívio que irá ser o reencontro.
Vejo um sem fim de emoções fortes, de sentimentos poderosos, de palavras que vivem muito do momento, parece que o texto fluiu tipo conversa, parece que o texto foi escrito por uma pena. Aquela pessoa flutuava e as suas linhas denunciavam aqueles estado de graça. Só queria tomá-lo como eu. Queria tomar as rimas como minhas e possuir aquela felicidade. Posso roubá-la? Nem que seja por um instante? Posso escrever no meu diário o sentimento? Posso ser num sonho cor-de-rosa uma menina que flutua sobre as nuvens e que lá em baixo tudo vê de uma perspectiva optimista?
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Em conversa com amiga...
A.: São tudo saudades?
Eu: Tudo

Relações

Antes de mais venho aqui anunciar ao pequeno mundo que lê este blog que não sou uma pessoa muito dada a sentimentalismos e a emocionar-me facilmente. Quem me conhece bem sabe que tenho "uma certa reputação a manter", ou seja, parvoíces.
Sou muito ou "sim ou sopas" (mais um cliché)! Quando gosto, gosto muito, mas quando não gosto não vou fazer-me de fingida. Posso ser a melhor amiga do mundo se achar que a pessoa que tenho à frente me pode dar tanto a mim como eu a ela, (desculpem mas não acredito nisso de dar sem receber em troca). É como o amor, quanto a vocês não sei, mas a mim não me agradaria nada amar alguém que não me amasse de volta. E no entanto, sinto que a cada novo dia em que digo a uma pessoa o que ela significa para mim sem esperar que ela mo diga de volta mais segura me sinto e afasto receios infundados. Ora, se me demonstram através de acções o quão importante sou para elas porque haverei de "implorar" uma resposta?
O meu amor e amizade são imensos. O meu afecto surge quando o sinto e o coração não quer esconder, que ele nunca teve vergonha de dizer "eu gosto". Mas também sei estar presente quando é necessária uma mão amiga e uma catrefada de lenços renova.
Já tive medo de dizer por medo de me magoar... Agora já não...

sexta-feira, abril 20, 2007

Veio do nada...

Diz-se que os portugueses são um dos povos mais infelizes.Não sei se acredito. Tristes talvez mas infelicidade é uma palavra tão pesada...
Deparei-me há poucos dias com um estudo sobre "eventuais sistemas comuns de valores dos povos" (lindo palavreado; maldita estatística, alguém quer fazer?) e procurava-se saber quais os valores a que os portugueses atribuiam maior importância. Para completa ausência de surpresa apercebi-me de que esses valores são: estabilidade económica, combate ao aumento do custo de via e o combate ao crime. Seguiam-se-lhes muitas outras variáveis e a grande maioria focava os aspectos económicos. Ena pá, os portugueses preocupados com a economia. Porque será? Temos um nível de vida espectacular, o défice não é alto nem nada nem a principal obsessão de todos os ministérios do Governo é reduzir custos ou controlar o malfadado orçamento?
Como não havemos todos, portugueses de estar preocupados? Estas questões entranham-se em nós. Não bastasse o sentimento melancólico enraízado agora vêm as preocupações de bolsa. Porque não se pode sobreviver com os salários reais a diminuir e (até a comida) a sofrer aumentos brutais. Pôr os filhos na faculdade torna-se mais longínquo. E a saúde então... Enfim, uma pessoa sente-se. Trabalhar toda uma vida por nada? Para não consigar dar o que mais queremos aos que mais amamos? A mim, isso punha-me triste. Mas lá está, eu não "trabalho", sou jovem e inconsciente, que hei-de eu saber sobre isso?

sexta-feira, abril 13, 2007

Série: se fosses carapau atirava-me para a tua espinha

Wenthworth Miller
A pedido de muito mulherio

PS: Vá, vá quero ver ser baba a escorrer. Aqui está o Wenthy e sem roupinha como pediram. Quem é amiga quem é?

PS2: Os homens não desanimem, sou capaz de me sentir generosa e apresentar aqui uma moçoila "toda grossa" :D



domingo, abril 08, 2007

Acho que vou publicar um livro

Mas não é um livro qualquer. A avaliar pelo sucesso que esta e esta meninas estão a ter já vi que é o que está a dar. Ah e tal, o que escrevo por aqui não tem nada a ver mas isso são pormenores insignificantes. E se não der resultado posso sempre escrever um "eu, nomyia" (hmmmm, tenho de arranjar aqueles bilhetes tão açucarados que até arrrepia a espinha tipo: "amo-te muito minha pequerrucha linda, és tudo para mim, nunca vou deixar de te amar, assinado rodrigo sandro").

domingo, abril 01, 2007

E-mail ou o ataque dos hackers

E por hackers também incluo os amigos! Tenho uma série de e-mails e não é que queira fazer colecção mas a capacidade, (então reduzida), do meu endereço original obrigou-me a criar novos.
No início era aquela cena do hotmail, que não ter msn é aquela coisa muito estranha. Então não é tão giro falar durante horas com amigos, fazer novos, enviar smileys e piscadelas e todas essas funções maravilhosas que agora não me recordo e que também nunca experimentei porque nunca precisei! Mas esse endereço, além de giro também tinha o problema de ser aquele e-mail para onde me enviavam as apresentações em powerpoint e videos, logo, nunca tinha espaço para aquilo que queria e era urgente.
Criei outro e-mail e esse era excelente: só para receber documentos realmente importantes. Ora, aqui a bloguista foi parvinha e os amigos ficaram a conhecer esse novo mail. Como resultado, agora recebia e-mails ainda mais giros e com ainda maior capacidade no novo: yupiiiiiiii. Entretanto, que isto de trabalhar não é para brincadeiras, comecei a receber ainda mais documentos importantes. E com esta brincadeira, o endereço novinho em folha entupiu!
E a moça já aqui fartinha de acumular lixo deixou de enviar as cenas muito giras na esperança de que diminuisse a quantidade de pessoal que se lembrasse de mim, na hora de enviar... o que não aconteceu! Só me aumentou a quantidade de lixo! E como até sou uma rapariga sortuda, fiz este blog e para ele novo mail, ou seja, agora também recebo spam!
Mas o que gostava mesmo, mesmo, mesmo de descobrir é como é que sabem que eu sou extremamente gorda, quero ajudar os orfãos do Terceiro Mundo e quero aumentar o tamanho do meu pénis! É que realmente, sendo MULHER tenho enormes complexos com o tamanho do meu PÉNIS! Ah e meus lindos é MUITO fácil ver o que é ou não spam, porque acham que me iria dar ao trabalho de abrir a minha caixa de correio e ler-vos?
Tenho uma imensidão de endereços electrónicos, cada um com uma password mais estranha que a primeira e corro o risco de começar a esqueçê-las, o que não deve ser assim tão mau, visto que só recebo porcaria e o que quero MESMO receber fica retido!

PS: vá, vá não sou assim tão má. Podem mandar coisas giras mas pequeninas e só de vez em quando pode ser?